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Artesanato lageano fará parte do Projeto Lages Melhor


Gestão compartilhada entre a Secretaria de Assistência Social e Habitação e Fundação Cultural de Lages (FCL) permitirá o repasse de conhecimento para as comunidades de Lages através dos grupos de artesanato
Artesanato lageano fará parte do Projeto Lages Melhor Texto e fotos: Fabrício Furtado

Desde o lançamento do Projeto Lages Melhor, em março de 2017, no bairro Santa Mônica, o prefeito Antonio Ceron vem ressaltando a importância da execução de projetos de arte e cultura nos bairros. O Lages Melhor atende a oito comunidades com cursos gratuitos de coral, ballet, street dance e violão. A proposta agora com a gestão compartilhada entre a Secretaria de Assistência e a FCL é a inclusão do artesanato no Lages Melhor, com diversos cursos para as comunidades dos bairros que já são assistidos pelos programas e grupos de artesãos.

Segundo o prefeito, a ação vai unir a logística da Secretaria de Assistência e a execução da Fundação Cultural no Lages Melhor, integrando o conhecimento das artesãs com as necessidades sociais de cada comunidade. “Artesanato é cultura também, ele cria uma parte da identidade cultural das cidades, promove cidadania, acessibilidade e inclusão. Buscamos isso com o Lages Melhor já há dois anos, onde a maioria dos alunos é de crianças. Com os grupos de artesanato fazendo parte do projeto, conseguiremos incluir toda a família para atingirmos nossos objetivos”, comenta.

Em reunião realizada no auditório Mario Augusto de Sousa na FCL na quarta-feira (6 de fevereiro), seis grupos de artesanato de Lages foram representados por 40 artesãs dos grupos da Loja Armazém das Artes, Arte Terapia, Ciranda, Criarte, Luz e Vida e Tramatusa, e também integrantes da Casa do Artesão. A reunião foi coordenada pelas equipes da Fundação Cultural e Secretaria de Assistência Social e Habitação que explicaram como será o funcionamento das atividades.

O superintendente da FCL, Giba Ronconi, citou que o primeiro momento é o credenciamento de todos os grupos de artesanato e depois o levantamento de necessidades e planejamento das ações anuais. “Faremos o credenciamento e toda a planificação que o Marco Regulatório exige. Após isso, junto com a Secretaria de Assistência vamos criar os planos de ação para cada região, de acordo com a realidade de cada polo ou núcleo”, explica.

 

Texto e fotos: Fabrício Furtado

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